Obviedade de hoje: Dramas Sem Fundamento

São característica indissociável do vigésimo terceiro par de genes que definem o gênero feminino.

Sem querer bancar o @edutestosterona no sentido de gerar polêmica pelo prazer de ganhar dinheiro com isso. É sério.

Incrível a capacidade de dramatizar a mais comum das situações diárias.

Não que eu não me deixe fascinar por isso também no universo feminino. Mas tem mesmo que ser tão aleatório? Nem sempre dá pra ser pego de surpresa e levar na esportiva.

O Post It Na Testa de hoje é só pra eu me lembrar de ter sempre a paciência de um Monge Budista.

PS.: Isso não muda meu amor pela minha “Flor de Jambo”.

Quando seu problema sou Eu

Todo mundo tá entendiado de saber que os relacionamentos são o maior desafio de estar vivo e viver em sociedade. Chego a questionar a tese de que o homem é um ser social porque assusta-me o quando algumas pessoas se empenham no sentido oposto.

Vamos a uma breve estatística. Eu trabalho desde 19 anos. Hoje tenho 32. Numa conta rápida estimo que em 13 anos de CTPS assinada devo ter trabalhado, assim direta e diariamente, com cerca de 150 pessoas, e mais ou menos um tantinho disso indiretamente.

Vamos arredondar pra 200 pessoas. Destas eu posso dizer que 6 pessoas não gostavam de mim (considerando a postura com uma declaração formal). Do restante, alguns provavelmente eram indiferentes mas, com certeza, mais da metade até tinha uma boa relação de respeito, coleguismo e amizade (nesta ordem), mesmo com os percalços da profissão.

Eu sempre tirei isso de letra porque afinal de contas eu não saio por aí colecionando desafetos, pelo contrário, até me dedico a fazer mais amigos e confio um bocado na capacidade alheia de firmar laços de amizade. Tá ok. Eu sei que o número de gente “ultra-mega-selfish” é grande, mas e daí?

Ocorre que nos últimos tempos parece que eu virei pedra no sapato alheio e eu fico me perguntando diariamente o seguinte: havendo tanto com o que se ocupar no ambiente de trabalho o que leva alguém a se posicionar contra um partner?

Trago comigo o dado estatístico acima e a certeza de que eu não cheguei até aqui fazendo favores nem agrados a seu ninguém.

Sou um profissional autodidata que buscou com gana a qualificação alcançada, relativamente capaz de superar desafios graças ao amor que tenho à minha profissão e principalmente à dedicação de quem postergou a formação acadêmica tão supervalorizada quanto indispensável no mercado de trabalho em prol das empresas em que trabalhei.

Espero ler este imenso Post It Na Testa daqui um tempo e perceber que era só mais uma fase de aprendizado.

Pesquisa com música e seus efeitos no tratamento do câncer de mama.

Avanços em pesquisa sobre efeitos da música em tratamentos de câncer.

Eu sempre disse a música representa um elo ainda imaculado entre nós e o “Agente da Criação”. Não vale aqui considerar estilos, este e aquele grupo. Falo da música enquanto fenômeno mais físico do que cultural.Esta pesquisa mostra a nós o quanto estamos distantes da compreensão da vida no universo.Não deixem de ouvir.

Quando eu for professor…

Ontem enquanto prestava suporte técnico pra minha tia conversávamos sobre o caso Jair Bolsonaro e outras esculhambações.

Na minha humilde opinião, como sempre sugere uma amiga, é claro perceber que nosso país [e talvez outros] caminha para o que ouso chamar de “Super Decadência Humana”.

Recentes acontecimentos na política, cultura e, sobretudo, na educação me levam a crer que  país carece fortemente de Educadores que ao contrário da tendência, contribuam para um novo alavancar do conhecimento.

Meu Post It na Testa de hoje é pra me lembrar que quando eu for professor, dedicarei minha saúde pra honrar os meus mestres no sentido de contribuir para a evolução de nossa espécie e não para a iminente derrocada de todo conhecimento valioso produzido até aqui.

Até o próximo.

Desafeição musical

Outro dia conversava com amigos como costuma acontecer sempre, pra minha infelicidade (exagero no modo On) alguém mencionou a Pitty Leone.
Antes de eu continuar, vamos combinar que não a conheço além que a mídia mostrou até hoje. Fique claro também que não sou nenhum profissional do ramo e por isso não tenho nenhum objetivo mercadológico a respeito.
Da primeira vez uma amiga minha, com quem eu eventualmente compartilhava músicas que eu achava legais, emprestou-me um CD e me disse pra escutar e dizer pra ela se eu gostava.
Naquela época eu tinha mais facilidade pra ouvir música atento também ao trabalho. Era um tanto mais simples ter o que fazer sem a pressão de gente sem noção nenhuma de gestão*.
Fato é que eu ouvi o CD umas 5 vezes em várias ordens diferentes. E em nenhuma delas foi possível gostar de nada do que tinha ouvido. Não por demérito da banda que fez bem o seu trabalha naquele disco.
Comentei meu desagrado com a Rapha e ficou por isso mesmo.
Um tempo depois ela me trouxe o mais novo trabalho da mina que tinha acabado de ser lançado. Fiz uma força pra me isentar e ouvi o disco novo.
Lembro-me claramente de ter notado uma razoável melhora na sonoridade da banda, coisas de produção e arranjos e tal. Mas ainda me incomodava (sim, incômodo mesmo) aquela pessoa cantando letras que pareciam ter saído de uma diário de uma punk-rocker-rebelde-sem-causa com uma afinação incomum.
Algumas pessoas dizem que o Herbert Viana não sabe cantar e tal. Bem, ele não tem uma voz aveludada que o ajude na missão mas ele sabe sim cantar e tem feito com isso uma carreira motivadora.
Não bastasse a guria não ser minimamente afinada o timbre de voz dela, com o auxílio nada luxuoso do piercing na língua, consegue ser cliente certa para uma clínica de fonoaudiologia. ‘Cantora’ com língua presa é pior que locutor gago.
Ah, mas pode alguém dizer que ela é só mais uma carinha bonita no meio musical. Eu digo que não. A Pitty está mais no nível da Joelma que canta muito melhor que ela e fez alguma plásticas já.
Então fica aí meu post que nem vai ser lido por ela mesmo e se for, ‘que bom’. Eu bem deveria nem dar publicidade pra ela porque além dela não estar à altura disso isso nem vai fazer diferença no orçamento.
Mas o real objetivo deste post era recomendar que atentem pra o que você anda consumimdo. Conteúdo é tudo!

(*Minhas críticas eventuais a aspectos da minha vida profissional poderão permear textos de outros temas)