o problema na conjugação do verbo ‘ver’

flavialabanca:

é simplesmente um:
 
quando vc quer montar uma frase com ele no futuro do subjuntivo, sempre tem um animal pra chegar e dizer “não é quando eu vir! é quando eu ver! de olhar não do verbo vir!”.
 
sempre. 
 
ps. emprega-se o futuro do subjuntivo para assinalar uma possibilidade a ser concluída em relação a um fato no futuro, uma ação vindoura, mas condicional a outra ação também futura. (da wikipedia)

Triste esta questão regencial…

Obviedade do Dia

A violência é só mais um dos muitos traços humanos que nos causam estarrecimento a cada manifestação.

Mas a violência, como qualquer outro comportamento primal, também pode ser contornada com uma educação adequada embora, sejamos sensatos, não vá por si só resolver todos os problemas.

É ruim conviver com o terror, mas na minha modesta opinião o pior é conviver com a inércia perante o fato. Os fatos, pra ser mais preciso.

Óbvio como disse que seria, digo que somente com Educação adequada poderemos minimizar as ocorrências que justificam nosso parentesco com os macacos.

E sobre a morte em si, sem considerar a dor da perda ou a circunstância que levou a ela, é mister considerá-la como parte de um processo e Lavoisier descrevia bem este fato:

“Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”

Pra nós que ficamos com as notícias e a dor da perda resta o aprendizado. Pra quem parte desta vida, uma nova fase.

Radiola de Cordas – Old Love

(http://soundcloud.com/michaellourant/old-love-cover)

Um clássico pouco conhecido do Eric Clapton (Acredite! Tem muita gente que não conhece) que eu tenho orgulho de ter aprendido a tocar sozinho, ouvindo inúmeras vezes e tirando cada detalhe dos acordes e variações numa época em que as cifras de músicas internacionais eram tão raras quanto os próprios discos.

Não vou nem mencionar como era a internet aqui em Brasília em meados de 1991.

Radiola de Cordas – Easy (like sunday morning)

(http://soundcloud.com/michaellourant/easy-cover)

Easy (Like Sunday Morning) É um cover de Commodores que a Radiola de Cordas faz com muito gosto.

Eu particularmente adoro essa música pela sensação de relax que ela confere ao ouvinte.

E ando mesmo numa vibe de necessitar de um domingo assim pra ficar desligado do mundo.

O Post It Na Testa de hoje é pra eu lembrar de reservar uns domingos pra mim.

(Radiola de Cordas é Guto Santanna, violão, guitarra e vocais, Marcus Ribeiro, percursão e bateria e Michael Lourant, violão, baixo e vocais.)